Oi, oi, malungas e malungos que estão ligados nesse nosso programa com a mesma força que, nesta edição se expressa na palavra Malunga de origem banto cujo significado tem a ver com o companheirismo em relação às pessoas com quem compartilhamos nossa caminhada na vida! Não por acaso, a Mocidade Alegre, campeã do Carnaval de São Paulo este ano batizou seu enredo em homenagem à atriz Léa Garcia com o termo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra!”

Como bem disse o carnavalesco Caio Araújo : “Léa Garcia merecia ser campeã com essa homenagem.”
Viva Maria compartilha esse mesmo sentimento já que Léa Garcia na arte e na vida foi uma grande “Malunga”.
Léa construiu uma trajetória histórica no teatro, no cinema e na televisão, atravessando gerações e abrindo caminhos para artistas pretos no Brasil.
Mais do que um desfile campeão, a vitória consagra uma memória. A avenida virou palco para celebrar uma mulher preta como deusa, protagonista e símbolo de permanência.
“Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”. E junto com a gente nesta exaltação está Claudia Alexandre, uma jornalista paulistana, escritora, apresentadora de TV, professora, pesquisadora e doutora em ciência da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que pesquisa samba e religiões de matriz africana. Ninguém melhor do que ela para estar com a gente nesta edição!
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